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Intolerância ao Leite de Vaca: Uma Epidemia?

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Intolerância ao Leite de Vaca: Uma Epidemia?

março 11, 2015      In Uncategorized No Comments

Intolerancia-a-Lactose A Intolerância à lactose é uma condição marcada por um desconforto proveniente da ingestão do açúcar do leite. Normalmente a lactose é quebrada pela lactase, uma enzima do nosso trato digestivo. Mas quem tem a intolerância à lactose não fabrica ou tem deficiência desta enzima, fazendo com que a lactose siga no trato gastrointestinal intacta. O problema é que as bactérias intestinais digerem a lactose e soltam grande quantidade de gases neste processo, gerando todos os sintomas e desconfortos. Estima-se que 70% dos brasileiros sofrem de algum grau de intolerância à lactose.

O Exame de Bioressonancia, acusa a intolerância a Lactose e a Caseína (proteína do leite), com precisão.

Por que essa Epidemia de Intolerantes a Lactose?

Aqui vão algumas possíveis razões:

Nos últimos anos, o aumento do poder aquisitivo da população brasileira permitiu compras mais fartas e variadas no supermercado, e com isso, o leite começou a frequentar em maior escala a mesa da população. Segundo a Associação Brasileira dos Produtores de Leite, o consumo do item cresceu 23% entre 2005 e 2012, impulsionado por mercadorias como requeijão e outros queijos, cuja procura subiu 52%. A modificação no comportamento alimentar da população mais abastada privilegiou opções ricas em lactose e com certeza isso sensibilizou mais o organismo dessas pessoas.

Uma outra teoria para a epidemia de intolerantes é que como qualquer mamífero, mais evolutivo, o ser humano era programado para digerir lactose apenas no início da vida. Isso para os bebês se alimentarem do leite materno, principal fonte de nutrientes nessa fase de desenvolvimento. Ao longo da infância, o corpo iria reduzindo a fabricação de lactase. Porém, em mais de 10 mil anos de história, povos da Europa Central, Arábia Saudita e África Oriental domesticaram o gado, introduzindo o subproduto da vaca em suas dietas. Isso alterou a genética dessas tribos e a lactase passou a ficar ativa por muito mais tempo. Por outro lado, a mutação não se espalhou pela Ásia, América e parte da África, regiões com a maior explosão demográfica atual, e cujas populações somente mais recentemente tiveram contato com o leite. Desse modo, essas etnias teriam alavancado a explosão nos casos de queixas gastrointestinais.

Devemos lembrar também do envelhecimento da população. A produção de lactase diminui com a idade, embora nunca pare de uma hora para outra. Mesmo entre as pessoas que comem derivados do leite sem reclamar, 75% tem uma redução na cota da enzima a partir dos 40 anos de idade. Como a expectativa de vida do brasileiro pulou de 54 anos, em 1960, para 73, em 2011, houve o aumento de casos diagnosticados.

Por fim, é sempre bom lembrar que o processo de PASTEURIZAÇÃO DO LEITE DE VACA, destrói as enzimas presentes no leite. Estas enzimas ajudariam na própria digestão do leite de vaca, mas, uma vez destruídas pelo aquecimento excessivo da pasteurização, o que sobra do leite é na verdade um líquido tóxico.

Aos realmente diagnosticados pelo exame de Bioressonancia ou testes sanguineos, como intolerantes à lactose e que, serão restringidos de leite e seus derivados em suas dietas alimentares, precisam ingerir outras fontes de cálcio, já que a falta do mineral compromete ossos, músculos e vasos sanguíneos. As opções são muitas: brócolis, couve, agrião, folha de mostarda, nabo, mariscos, salmão e sardinha. Os talos das verduras contém sempre muito Cálcio.

 

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